12 de dez. de 2013
Posted by Gustavo Goulart
Para iniciar nossa galeria multimídia, onde postaremos imagens e vídeos históricos do nosso amado Mengão! Nada melhor que uma sequência arrasadora de gols do maior ícone da história do Urubu! ZICO!
7 de dez. de 2013
Posted by Unknown
Posted in 2014, Bap, Camisas, Copa do Brasil, copa do mundo, Fla, Flamengo, Maraca, Maracanã, marketing, Mengão, Mengo, nação rubro-negra, torcedor, torcida
O fornecedor de material esportivo da seleção alemã, que por mera coincidência é o mesmo do Flamengo, lança uma camisa número 2 que poderia ser facilmente usada como a número 1 do Mengão!
Uma grande jogada de quem não chegou a ser uma das maiores empresas do mundo no seu ramo à toa. Em uma só cartada, venderá um número absurdo de camisas durante a Copa e conseguirá o apoio de uma grande massa para a torcida alemã.
Em tempo: Já pensou que numa eventual final no Maracanã entre Brasil e Alemanha, os alemães estarão usando esse uniforme número 2?Coisa de gênio!!!
Resta saber o que pensa o Flamengo... será que foi ideia do Bap?
28 de nov. de 2013
Posted by Unknown
Posted in Brasileirão, Copa do Brasil, Fla, Flamengo, Libertadores, Maraca, Maracanã, Mengão, Mengo, nação rubro-negra, vitória
Interessante o que pode resultar de situações limites na vida dos seres humanos. O Flamengo viveu isso intensamente na temporada 2013. Começou com o desligamento de jogadores famosos e de forte identificação com o clube, ídolos da torcida. Primeiro foi o corte de Wagner Love, o afastamento de Ibson, a demissão do técnico Dorival Jr. e de Renato Abreu, entre outros menos importantes. Este último em circunstâncias ainda meio nebulosas, mas que já não vêm mais ao caso.
A verdade é que num primeiro momento ninguém entendeu nada. Como poderíamos começar o ano dispensando o homem-gol, quando deveríamos contratar gente para jogar a seu lado. Veio a justificativa e caiu a ficha. Seria um ano de austeridade, cinto apertado e sem contratações de peso, sem ídolos, sem títulos. Seria um ano lutando para permanecer na Série A enquanto nova a diretoria limpava a casa.
Já dava para perceber que a situação era séria desde o princípio, com extinção de quase todos os esportes olímpicos, cortes em todos os setores. Saneamento básico. As receitas de 2013 já haviam sido quase todas antecipadas pela desastrosa e desonesta gestão anterior e não havia mais dinheiro para nada. Em poucos meses foram fechados patrocínios que P. Amorim não conseguiu em três anos. Dívidas foram equacionadas, impostos pagos, situações trabalhistas pendentes fecharam acordo. Como deveria ter sido feito desde sempre. Trabalho, competência, transparência. Uma mudança de atitude que teve um efeito de cima para baixo.
Com salários e premiações pagos em dia, promessas cumpridas e seriedade fica mais fácil trabalhar. Quem não deve pode cobrar comprometimento e postura profissional. Esse era o novo Flamengo. O recado estava dado. Não era bonito, mas era honesto. Era o que tinha para ontem.
Com elenco limitado, estava difícil de acreditar. Nem eles mesmos acreditavam. Um técnico demitido por falta de recursos, um por incompetência e outro que jogou a toalha. Quando Mano Menezes pediu demissão, uma luz vermelha acendeu em todos os setores do clube. Mas principalmente onde precisava: No vestiário! Os próprios jogadores identificaram que era necessário mudar, se unir e lutar pelos objetivos. Começaram a cobrar mais uns dos outros e apoiaram o técnico interino.
Trabalho duro traz resultados e com os resultados vem confiança, auto-estima e aquela ponta de esperança. A torcida veio junto e todo mundo sabe que deixou chegar, atura! Viemos, vimos e vencemos! O ano de 2013 acabou, mas uma nova realidade se desenrola para o Flamengo em 2014. Manutenção da base vitoriosa, reforços de qualidade e perspectivas de novas receitas pela classificação à Libertadores. É o que tem pra hoje!
27 de nov. de 2013
Posted by Unknown
Posted in Classificação, Copa do Brasil, Fla, Flamengo, Libertadores, Maraca, Maracanã, Mengão, Mengo, nação rubro-negra, Paulo Baier, torcida, vitória
Ninguém sabe dizer ao certo quando e onde Paulo Baier nasceu. Os relatos mais antigos vêm da Suméria, em escrita cuneiforme sobre tábuas de argila, nos primeiros registros da história humana. Consta que lá havia um bizarro e sangrento jogo, onde os vitoriosos rolavam as cabeças dos inimigos derrotados. Uma lenda diz que que a prática se espalhou pela Mesopotâmia e os povos do Nilo.
Há menções de sua presença nos Manuscritos do Mar Morto e no Velho Testamento, mas muito se perdeu nas traduções. Uma parábola conta que antes de separar o Mar Vermelho, Moisés separou os times da tradicional pelada da judeia e ele estava entre os primeiros escolhidos. Inspirou até o famigerado personagem Moon Ra no desenho dos Thundercats!
De contrato renovado com o Furacão para 2014, Paulo quase é vetado no exame médico! Um dos fisiologistas com mestrado em arqueologia resolveu pedir um teste de Carbono 14, mas como os resultados foram considerados inconclusivos, a renovação seguiu sem maiores problemas. Após a temporada de 2014 deve seguir rumo à Itália, mas se engana quem pensa na Lazio ou Milan. Baier tem um pré-contrato com o Vaticano para capitanear o time que decifra aramaico.
Pode ser coisa de torcedor. Mas repito: Não quero tomar gol do Paulo Baier.
Posted by Unknown
Posted in Amaral, Copa do Brasil, estatísticas, Fla, Flamengo, Maracanã, Mengão, Mengo, nação rubro-negra, torcida, vitória, Volante, Willians
Não é o primeiro cão-de-guarda e nem será o último, mas é o atual. Nesse momento, você já deve estar se perguntando o que tem a ver essa foto do cachorro correndo atrás do carro. Eu explico: O dilema do cão que persegue o carro acontece quando ocasionalmente o veículo pára e o dito cujo não sabe o que fazer com ele...
Disse isso para ilustrar a comparação do Amaral com outras centenas de volantes que passaram pelo Fla nas últimas décadas. Cada um pior que o outro. Verdadeiros brucutus que destroem não só jogadas, mas a beleza do futebol.
Gostaria de ter conseguido as estatísticas necessárias para validar melhor a minha argumentação, mas para minha surpresa, numa breve pesquisa consegui muito pouca coisa. Porém, acredito que os que tem acompanhado o Flamengo nos últimos anos podem vir a concordar com minha análise, ainda que meramente baseada em observação pessoal.
Não quero retornar muito ao passado e vou ater minhas comparações a um outro jogador cujas atuações ainda estão relativamente frescas na memória rubro-negra: Willians. Antes que a lealdade comum a essa fantástica torcida deixe os leitores com "sangue nos olhos" para defender o jogador, quero deixar claro que sempre gostei dele. Raçudo e mordedor como convém a um portador do manto. Mas com um defeito crucial e comum à posição: Depois que rouba a bola não sabe o que fazer com ela! Ah... agora entendi o começo do post! O desarme seguido de passe errado é uma não-jogada. Um fundamento negativo que anula imediatamente o anterior positivo.
Um outro porém, este mais fácil de conseguir estatísticas, é o número de cartões amarelos e vermelhos. Se o Willians conseguia terminar uma partida sem um cartão, era motivo para comemoração! Ficava três em campo e uma suspenso. Isso quando não era expulso! E a danada da falta? Muita gente acredita que a falta é um recurso legal e válido no futebol. Não vou discutir princípios aqui, mas o que propicia contra-ataques, e por consequência gols e vitórias é a roubada de bola limpa, sem falta. A falta é um equívoco, uma falha. O próprio nome da infração já revela seu caráter.
O que dizer desse jogador que suplanta o ídolo anterior em todos os fundamentos? Desarma e passa para um lateral ou um armador com precisão. Comete pouquíssimas faltas, e quando acontece não é desleal e nem violento. Leva pouquíssimos cartões amarelos e não desfalca o time. Não lembro de nenhum vermelho. E agora fez até gol. Um daqueles que pode salvar a temporada.
E pensar que o Amaral nem relacionado era...
26 de nov. de 2013
Posted by Unknown
Posted in Carlos Eduardo, CE10, Craque, Fla, Flamengo, Libertadores, Maraca, Maracanã, Mengão, Mengo, nação rubro-negra, Rodolfo, torcedor
É certo afirmar, que a torcida tem boas recordações de Rodolfo. Não há um só jogo no Maracanã que seu nome não seja cogitado quando vira o segundo tempo e a paciência da torcida com Carlos Eduardo se esgota novamente. Tônica constante, pois este parece nunca ter entrado em forma. Não no patamar do resto do elenco, apesar de não marcar e correr menos do que todo o time quase sempre sai cansado aos 15 minutos da segunda etapa. Acelerar, só mesmo no seu Mercedes que vai de 0 a 100 em menos de 4 segundos.
Conjecturas pairam sobre venda, indisciplina, estar fora de forma, má fase... mas não se tem notícias de nenhuma delas. Não foi divulgada nenhuma negociação; Se houve indisciplina, foi tratada internamente e nunca chegou à mídia; Ao menos na ocasião de seu afastamento, estava voando baixo e tecnicamente, toda a torcida concorda que fazia mais que seus concorrentes diretos. Sobram duas razões: Desobediência tática (infundamentada a meu ver, uma vez que marcava mais que CE10) e meu motivo preferido: Teoria da Conspiração.
Note, querido leitor, que para chegar até aqui comecei citando a saudosa série de TV no título do post e dediquei boa parte do segundo parágrafo a CE10, pois minha teoria da conspiração o envolve diretamente. Contratação mais cara e badalada da diretoria. Disparado o maior salário do elenco e consequentemente, maior tiro n'água caso não recuperasse seu futebol. Além de não recuperar, não corre, não marca, não divide, não sua a camisa e como resultado disso, não tem a simpatia da torcida. E nem seria justo se tivesse.
Ninguém entende a paciência da comissão técnica e da diretoria com esse jogador, então como é que o Flamengo insiste nele como titular absoluto? A ordem só pode vir de cima. Há algum interesse de negociação, cláusula contratual ou outra força maior por trás de sua escalação. Algo muito forte para obrigar o Flamengo a jogar com apenas dez em campo e retornar jovens talentosos como Rodolfo às divisões de base. Não pode ser baseado em futebol...
Posted by Unknown
Posted in Copa do Brasil, Craque, Fla, Flamengo, Libertadores, Maraca, Maracanã, Mengão, Mengo, nação rubro-negra
Esse era um dos lemas do Flamengo. Como poderia ser diferente após aquela vitoriosa geração de Zico e companhia?
Era verdade. Ainda garoto, vi muitos times com inúmeros jogadores das divisões de base. Gente que cresceu dentro do clube e respirava aquela atmosfera e que entendia o que queria a torcida. Raça! A tão falada pele rubro-negra.
Me lembro que nessa época, o Flamengo ainda fazia em casa. Depois vendia. A preço de banana, como foi com Marcelinho Carioca, como se livraram de Djalminha após ele se estranhar com um Renato Gaúcho em fim de carreira, como entregaram o Bebeto pro Vasco... mas ainda fazia craques como Aldair, Jorginho, Leonardo, Zinho, Sávio e tantos outros.
Agora temos a geração que há pouco tempo faturou a Copa São Paulo de Juniores com méritos, mas que vai se queimando na fogueira das vaidades do clube de maior exposição do Brasil. O manto sagrado é, e sempre será, muito pesado. Nem todo mundo tem estrutura pra usar.
Matheus quase foi negociado com o futebol italiano no começo da temporada e está amargando uma merecida geladeira por conta do furdúncio causado. Adryan e Rafinha ainda tem sido relacionados por falta de opções, mas Thomás, Igor Sartori, Rodolfo, Fernando têm encarado um choque de realidade com a volta aos juniores. Nada demais, uma vez que o próprio Galinho oscilou por três longos anos até se firmar no profissional.
A pesar contra, a falta de recursos para contratações, a carência de ídolos, a necessidade de ter elenco para disputar diversas competições simultâneas. Está aí o Cruzeiro que não me deixa mentir, se dando ao luxo de ter no banco Dagoberto, Júlio Batista, Guilherme e companhia.
A necessidade nos faz atirar aos leões essas jovens promessas nesse nosso Coliseu moderno para fornecer o circo às massas. A avidez e carência por craques da bola, que nos tirem por ao menos duas horas da dura realidade do terceiro mundo nos faz atiçar a imprensa do instantâneo por notícias frescas a cada hora. E esta não tem pudor ao oferecer sangue novo: Craque! Bradam os binários enfileirados saltitando a cada "refresh" das páginas.
Em questão de segundos, um garoto com espinhas na cara tem seu ego inflado a níveis portenhos para ser sacado no jogo seguinte sob vaias. Paciência, amigo torcedor. O jogador de futebol é um atleta como todos os outros. Precisa amadurecer. Essa geração precisa de cuidado para dar frutos. E por um golpe do destino e cofres vazios temos justamente a pessoa que pode lançá-los na hora certa. Um treinador que conhece a base, porque dela veio.
Em tempo: A possibilidade de incluir o Luís Antônio na negociação do Elias me parece piada de mau gosto. Lembrem-se do Galhardo que foi pro Santos na negociação do Ibson e agora não temos mais nem reserva pro Léo Moura. Vai Samir!
Raça, amor e paixão, mas um pouquinho de razão também. Para variar um pouco...
Posted by Unknown
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O ano de 2013 agoniza. A necessidade de reformular o elenco a cada fim de temporada e avaliar quem deu certo, quem não deu, quem ainda pode dar é uma dura realidade. Talvez aquele atleta encostado, que nem é relacionado, possa dar certo com uma sequência de jogos e uma dose de confiança. Quem sabe?
Apesar da comissão técnica ter em mãos estatísticas e avaliações de desempenho e conduta dos jogadores, convivendo com eles diariamente, essa não é uma ciência exata. Por tratar-se de material humano, um simples detalhe pode afetar o rendimento deste ou daquele indivíduo. Basta ver como o episódio Mano Menezes afetou psicologicamente o grupo, que se fechou para tentar conseguir salvar o ano. Inclusive cobrando comprometimento e profissionalismo uns dos outros.
Por quê essa atitude não se manifestou antes? Por quê o Flamengo precisa ser sempre o urubu-fênix, eternamente ressurgindo das cinzas? O que falta para que o clube implante uma política de profissionalismo e seriedade dentro do elenco existente e para que isso contagie os que chegarão? Questões que ano após ano foram levantadas pela torcida e ficaram sem resposta, até então...
O que mudou? Mudou tudo. Ou quase tudo. Se há uma luz no fim do túnel, ainda é difusa. Mas já se nota aos poucos pequenos focos.
A nova diretoria chegou e se concentrou no terreno que conhecem bem. Administração, marketing, contabilidade... epa! Mas e o futebol? Neste não tinham experiência. E ficou claro no começo da temporada que não tinham mesmo. Alguns erros nas demissões e contratações e situações saindo de controle. Mas experiência se adquire, não é mesmo? Vejo uma diretoria mais madura nesse sentido. E com uma imensa vontade de acertar!
Nos campos onde já costumavam atuar, bateram um bolão em 2013. Recuperando a credibilidade do clube como pagador de credores, atletas e funcionários. Programa sócio-torcedor. Fizeram auditoria e publicaram balanços, mostrando transparência. Fecharam bons patrocínios para a camisa, algo que a gestão anterior não conseguiu fazer em três anos! O que essa turma fez em um ano me surpreendeu positivamente. Ainda há muito a ser feito, mas que foi um começo promissor, não se pode negar!
Não sei quem sai, quem fica... embora como todo rubro-negro tenho a minha listinha pessoal. Não podemos dizer nem que o Pelaipe faz parte do bolo, mas a folha tem que ser enxugada e há posições muito carentes e outras, como a camisa 10, que nem uma sombra de jogador nós temos. Tampouco desconfio quem vem, mas me sinto mais esperançoso para 2014.
Escrevo antes da decisão da Copa do Brasil e ainda não sei se ano que vem estaremos na Libertadores, o que influenciará cotas de patrocínio, sócio-torcedor, venda de camisas e média de público nos estádios, contratações, e por aí vai... Mas que estou menos bolado que estava a um ano atrás, isso estou!
Posted by Unknown
Posted in Bap, Brasileirão, Camisas, Classificação, Copa do Brasil, estádio, Fla, Flamengo, ingressos, Libertadores, Maraca, Maracanã, Mengão, Mengo, nação rubro-negra, sócio-torcedor, torcedor, torcida, vitória, Wallin
O programa sócio-torcedor, despertador e a banda larga serão as armas do torcedor para 2014 caso o Flamengo vença a Copa do Brasil e se classifique para a Copa Libertadores. Nem pense que conseguirá ir ao estádio sem esse investimento básico. Será quase impossível comprar ingressos fora desse canal.
Junte isso à atuação dos cambistas, gratuidades, torcida organizada e capacidade reduzida após a reforma e vão sobrar 60 mil ingressos à disposição para venda. Desse montante, mais da metade vai no programa sócio-torcedor. O que sobrar vai ser no setor mais caro do estádio. E não se engane... vai vender!
Após quase um ano de gestão da nova diretoria, já começamos a ter uma ideia de como será o posicionamento comercial do Fla junto à massa rubro-negra. O aumento fora da curva para essa final já deu a tônica de quanto custará um ingresso para partida válida pela Libertadores em 2014. O Bap, diretor de marketing já está se babando todo... e com razão! O Flamengo nem pode cogitar perder esse título, senão muita coisa vai azedar. Essa é a verdadeira razão da premiação de 2 milhões de reais oferecida a jogadores e comissão técnica pela vitória. Um investimento pra lá de razoável perto do bônus resultante da conquista.
O título, em si, vale bem menos que a classificação para o torneio continental. As possibilidades de renegociar contratos de publicidade, cotas de transmissão de TV, comercializar alguns espaços ainda vagos no uniforme, alavancar as vendas de camisas e principalmente, bombar o sócio-torcedor são a sobremesa que ninguém esperava saborear após esse ano osso!
Isso tudo é bom pro Flamengo, mas será que é bom pro torcedor? Ora, com uma torcida estimada em 40 milhões de fanáticos, não é difícil imaginar que ao menos meros 1% (400 mil pessoas) tenham plenas condições de arcar com esse custos, mas significaria banir outra parcela da torcida: O trabalhador mais humilde que junta cada trocado para poder levar seu moleque ao Maraca, perpetuando a nação.
Pessoalmente, espero que o Bap dê um jeito no esquema de troca dos ingresso comprados pela internet, que só trazem desconforto ao torcedor, que ainda paga uma "taxa de conveniência" sobre o valor do ticket para depois amargar filas gigantescas para trocar o comprovante da transação on-line pelo ingresso que é válido na roleta. O nível de incompetência e ineficiência do esquema atual é um enorme desrespeito ao torcedor e ao contrário do que o nome sugere, não provê nenhuma conveniência ao consumidor da marca Flamengo.
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