26 de nov. de 2013

O que esperar da temporada 2014?



O ano de 2013 agoniza. A necessidade de reformular o elenco a cada fim de temporada e avaliar quem deu certo, quem não deu, quem ainda pode dar é uma dura realidade. Talvez aquele atleta encostado, que nem é relacionado, possa dar certo com uma sequência de jogos e uma dose de confiança. Quem sabe?
Apesar da comissão técnica ter em mãos estatísticas e avaliações de desempenho e conduta dos jogadores, convivendo com eles diariamente, essa não é uma ciência exata. Por tratar-se de material humano, um simples detalhe pode afetar o rendimento deste ou daquele indivíduo. Basta ver como o episódio Mano Menezes afetou psicologicamente o grupo, que se fechou para tentar conseguir salvar o ano. Inclusive cobrando comprometimento e profissionalismo uns dos outros.




Por quê essa atitude não se manifestou antes? Por quê o Flamengo precisa ser sempre o urubu-fênix, eternamente ressurgindo das cinzas? O que falta para que o clube implante uma política de profissionalismo e seriedade dentro do elenco existente e para que isso contagie os que chegarão? Questões que ano após ano foram levantadas pela torcida e ficaram sem resposta, até então...

O que mudou? Mudou tudo. Ou quase tudo. Se há uma luz no fim do túnel, ainda é difusa. Mas já se nota aos poucos pequenos focos.

A nova diretoria chegou e se concentrou no terreno que conhecem bem. Administração, marketing, contabilidade... epa! Mas e o futebol? Neste não tinham experiência. E ficou claro no começo da temporada que não tinham mesmo. Alguns erros nas demissões e contratações e situações saindo de controle. Mas experiência se adquire, não é mesmo? Vejo uma diretoria mais madura nesse sentido. E com uma imensa vontade de acertar!

Nos campos onde já costumavam atuar, bateram um bolão em 2013. Recuperando a credibilidade do clube como pagador de credores, atletas e funcionários. Programa sócio-torcedor. Fizeram auditoria e publicaram balanços, mostrando transparência. Fecharam bons patrocínios para a camisa, algo que a gestão anterior não conseguiu fazer em três anos! O que essa turma fez em um ano me surpreendeu positivamente. Ainda há muito a ser feito, mas que foi um começo promissor, não se pode negar!

Não sei quem sai, quem fica... embora como todo rubro-negro tenho a minha listinha pessoal. Não podemos dizer nem que o Pelaipe faz parte do bolo, mas a folha tem que ser enxugada e há posições muito carentes e outras, como a camisa 10, que nem uma sombra de jogador nós temos. Tampouco desconfio quem vem, mas me sinto mais esperançoso para 2014.

Escrevo antes da decisão da Copa do Brasil e ainda não sei se ano que vem estaremos na Libertadores, o que influenciará cotas de patrocínio, sócio-torcedor, venda de camisas e média de público nos estádios, contratações,  e por aí vai... Mas que estou menos bolado que estava a um ano atrás, isso estou!

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